quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Engenharia da expansão da mina de ouro Aurizona está quase concluída

Lucas Prado KallasA engenharia do projeto de expansão da mina de ouro Aurizona está 97% concluída e a construção atingiu 42%, disse hoje a mineradora Luna Gold em comunicado enviado ao mercado. A expectativa é que a conclusão da primeira etapa de expansão da mina, que fina em Godofredo Viana (MA), ocorra no primeiro semestre deste ano.
No mesmo comunicado, a Luna diz que a meta deste ano é produzir entre 85 mil e 95 mil onças de ouro.
A Fase 1 de expansão em Aurizona avança, mas a Luna se concentra na gestão de fluxos de caixa, em um período de volatilidade do preço do ouro. De acordo com a companhia, o cronograma de construção continua a ser flexível para que os gastos sejam adaptados ao fluxo de caixa disponível.
"Maximizar o nossa margem de caixa e concluir a Fase 1 da expansão em Aurizona estão no topo das prioridades da Luna em 2014", afirmou John Blake, presidente e CEO da empresa .
A engenharia detalhada e básica atingiu avanço de 97%. Segundo a empresa, a conclusão da primeira fase de expansão está prevista para o primeiro semestre de 2014 e o cronograma de construção foi planejado para permitir um atraso na execução, devido à redução inesperada no fluxo de caixa, sem impactar no orçamento.
"Para o terceiro trimestre de 2014, planejamos entregar o estudo preliminar de viabilidade da Fase 2, que irá considerar a expansão da mina de ouro Aurizona para produzir entre 200 mil e 300 mil onças de ouro por ano. Estou confiante que a dedicação e o talento da nossa equipe nos permitirá alcançar esses objetivos e estabelecer a Luna como um produtor de ouro de médio porte”, disse Blake.
Para 2014, a empresa prevê que o custo de produção médio anual fique entre US$ 690 e US$ 740 por onça de ouro. Considerando todos os custos para sustentar a produção, o valor passará de US$ 800 para US$ 900 por onça de ouro. A produção de ouro total está prevista para alcançar de 85 mil a 95 mil onças de ouro este ano. As despesas de capital para manter o projeto estão estimadas em US$ 9 milhões ao longo de 2014.
A companhia informou que os resultados financeiros completos do último trimestre de 2013 e os valores totais do ano passado serão divulgados no dia 19 de março, após o fechamento do mercado. Está programada também uma teleconferência no dia seguinte (20), quando a diretoria da Luna irá rever os resultados financeiros e discutir o andamento de seus negócios.
A Luna Gold é uma empresa canadense dedicada a operar, expandir e explorar projetos de ouro no Brasil.

Notícias de Mineração Brasil

 
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Mineradoras de Pontes e Lacerda querem ampliar competitividade de fornecedores

Lucas Prado KallasO cronograma do Programa de Encadeamento Produtivo em Pontes e Lacerda, cidade 448 km a oeste de Cuiabá, será definido no dia de 7 fevereiro em uma reunião que acontece no município. A perspectiva dos envolvidos é que mais de 30 empresários passem por consultoria, cursos e tenham acesso as informações necessárias para atender as exigências das mineradoras multinacionais Yamada Gold (de origem canadense) e Apoena, que juntas oferecem dois mil empregos diretos e três vezes a mesma quantidade de indiretos.
No encontro, estarão representantes das mineradoras, do Sebrae de Mato Grosso e da prefeitura municipal. José Valdir Santiago Júnior, da Unidade de Indústria, é gestor do programa no estado. Ele acredita que as primeiras ações, como o diagnóstico empresarial, aconteçam ainda em fevereiro.
O programa é coordenado pelo Sebrae Nacional e no Estado, já foi implementado nas cidades de Nova Mutum e Rondonópolis. O Agente Local de Desenvolvimento (ALD) e presidente do Centro de Atendimento Empresarial de Pontes e Lacerda, José Roberto Portero, diz que assim que as empresas chegaram ao município, há 10 anos, geraram mudanças.
Os jovens estavam saindo da cidade em busca de oportunidades e os setores de comércio e serviço amargavam prejuízos. “Agora, o município importa jovens. Eles são atraídos pelas oportunidades de emprego”.
A cidade está se tornando pólo da região e abriga quatro faculdades, sendo duas públicas. Portero explica que as mineradoras envolvem toda uma estrutura de prestadores de serviço e fornecedores, o que ampliou as perspectivas dos empresários.
A extração dentro das empresas funciona 24 horas por dias e 365 dias por ano. Sendo assim, as empresas que atuam com alimentação, transporte e manutenção têm muita demanda.
Do local de extração até a cidade são 10 km e empresas de transporte foram contratadas para carregar os empregados em todos os turnos. Portero explica que para elas continuarem a executar o serviço, tiveram que colocar em dia todas as pendências com a legislação trabalhista, o que gerou benefícios sociais.
As certificações ambientais também vão ser exigidas pelas mineradoras, que estenderão o critério para contratação das oficinas mecânicas e de manutenção. “Sem o apoio do programa, seria difícil para o empresário se tornar apto a concorrer pelo serviço. O resultado seria a cidade ser tomada por empresas de fora”, relata Portero.
Outra preocupação emergencial é com o setor de alimentação. Todas as refeições precisam ser preparadas em ambientes adequados às leis sanitárias e com as boas práticas.
Também é essencial as áreas de segurança, atendimento médico e laboratorial e comércio em geral.
O gestor do Sebrae de Mato Grosso, José Valdir Santiago Júnior, lembra que o programa também vai fomentar o empreendedorismo e formalizar empresários nas atividades com pouca oferta no mercado local.
Santiago afirma que as empresas convivem hoje com a pouca oferta nos setores de móveis, serviços gráficos, hotelaria e manutenção.
Atualmente, o município tem 42 mil habitantes e os que não atuam nas mineradoras, acabam afetados pelas empresas. Portero explica que comerciantes que estavam estabelecidos nas cidades que rodeiam Pontes e Lacerda se transferiram para o município ou abriram filial no local.

Jornal Oeste


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Minério será explorado no Sertão da Paraíba, por empresários Chineses

Lucas Prado KallasUm grupo de empresários chineses já está em São Paulo ultimando os preparativos para a instalação de uma empresa mineradora para exploração de minério de ferro em uma área localizada nos municípios de Cajazeiras e São José de Piranhas, Alto Sertão da Paraíba. A empresa deve começar a trabalhar no canteiro de obras ainda no final do mês de fevereiro deste ano.
A área de terra demarcada para a exploração da matéria prima  vai do distrito de Bom Jesus, município de São José de Piranhas até a localidade denominada de sítio Cocos em Cajazeiras.
Um estudo foi realizado e constatou que o percentual de vantagem para a retirada do minério chega a 75%, quantidade satisfatória da matéria-prima base da siderurgia.
A prospecção coloca que os chineses podem explorar, por 12 anos, milhões de toneladas. Eles querem, inclusive, fazer um ramal para a Transnordestina, para facilitar a escoação do minério.
Segundo apurou o Radar Sertanejo, o investimento para a exploração da matéria prima na região deve chegar a, pelo menos, 500 milhões de dólares.  Depois da transposição do Rio São Francisco, este será o maior investimento na região e deve gerar centenas de empregos diretos e indiretos.

Folha do Sertão


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Cosigo encontra 17 gpt de ouro em furo no projeto Machado

Lucas Prado Kallas
A Cosigo Resources anunciou, na última segunda-feira (27), os resultados dos ensaios de quinze furos de sondagem de circulação reversa do projeto de ouro Machado, que fica na fronteira entre Brasil e Colômbia, na região de Taraíra. Um dos furos identificou um interseção entre três e 68,5 metros com 17,1 gramas por tonelada de ouro.
A empresa destacou, também, um furo mostra uma interseção entre 13,7 e 9,1 metros com 2,5 gramas por tonelada de ouro e outro furo que mostra uma interseção entre 1,5 e 44,1 metros com 8,3 gramas por tonelada de ouro.
“Esses resultados nos encorajaram, porque demonstram que o projeto Machado está coberto por várias zonas de mineralização de ouro”, disse Dennis Milburn, presidente e CEO da Cosigo.
A campanha de sondagem de 2013 da Cosigo teve 20 furos. Em 20 de dezembro do ano passado, a empresa anunciou o resultado dos dois primeiros furos de sondagem do projeto Machado. Restam, agora, mais três ensaios para serem analisados.
Na época, um dos furos interceptou o intervalo entre 12,2 e 13,7 metros com 5,5 gramas por tonelada de ouro, incluindo o intervalo entre 7,6 metros e 29 metros com 1,1 grama por tonelada de ouro, incluindo o intervalo entre nove metros e 15 metros com 2,2 gramas por tonelada de ouro. O outro furo encontrou apenas pequenas ocorrências de mineralização de ouro em três zonas.
A Cosigo Resources tem sede em Vancouver, no Canadá, e possui projetos de exploração de ouro no Brasil e na Colômbia. No Brasil, ela é proprietária dos projetos de ouro Castano, Bittencourt e Cerrinha, todos localizados no Cinturão de Ouro Taraíra. De acordo com a Cosigo, as propriedades tem formação geológica similar ao projeto Machado e programas de amostragem e prospecção estão sendo planejados nas áreas.

Notícias de Mineração Brasil
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Mineradora Taboca acelera tráfego de rede

Lucas Prado KallasEm ritmo acelerado de crescimento, a Mineradora Taboca tem investido em TI para suportar a expansão dos negócios e atender as demandas de seu ambiente distribuído, com escritórios nos estados do Amazonas, São Paulo e em outro país, no Peru. Uma das iniciativas recentes da área de TI foi implementar o Office 365 da Microsoft para fazer uso do sistema de email na nuvem e a plataforma da Riverbed Technology para acelerar tanto o tráfego de email, como a performance de toda a rede e a comunicação entre os escritórios da companhia.
O projeto, implementado pela integradora TDec, envolveu a implantação de doisequipamentos Steelhead  1555 da Riverbed, sendo um instalado em Pirapora do Bom Jesus, em São Paulo, e outro em Pitinga na Amazônia – além de uma licença específica para aceleração do Office 365. De acordo com Marco Fabossi Júnior, gerente de contas da TDec, foi feita um POC (Prova de Conceito) na mineradora de apenas 15 dias, tempo suficiente para o CIO da época, Marcos Bueno, decidir pela tecnologia Riverbed.
Com a plataforma de aceleração, a companhia obteve ganhos de 85% no tráfego de email, na performance do acesso às informações corporativas, conquistou agilidade no acesso à internet, às redes sociais, tornando possível, por exemplo, fazer download/upload de vídeo na unidade de Pitinga – que fica localizada numa vila na Amazônia, a 300 km  de Manaus.
Outro objetivo da Mineradora Taboca era centralizar toda a operação de infraestrutura de TI e garantir a alta disponibilidade da rede. Por isso, a companhia investiu em serviços de nuvem privada para hospedar seus servidores (private cloud) e também numa plataforma de segurança e controle do tráfego de dados (next generation firewall).
De acordo com Marcos Bueno de Oliveira, então CIO da empresa – que teve apoio de João Luiz Serafim, CEO da Mineração Taboca, na implementação do projeto – a tecnologia de aceleração proporcionou sensíveis ganhos de produtividade à equipe e melhorou a comunicação entre os sites do Grupo e com público externo.
O ambiente de TI da mineradora conta com mais de 10 servidores que atendem cerca de 700 usuários em vários serviços de segurança, entre eles firewall, antivírus, domain controller, web services, Active Directory etc.
"Hoje a mineradora está na vanguarda da tecnologia, utilizando o que há de mais moderno e seguro em TI. Com o ambiente centralizado em um único local administrado por uma equipe altamente especializada, temos tranquilidade para pensar no nosso negócio. As perdas geradas por paradas, seja por problemas técnicos ou por questões de manutenção na rede elétrica, acarretavam prejuízos imensuráveis à operação. Atualmente não temos mais esse tipo de problema", comentam os executivos.

Convergecom

Search assina acordo para adquirir mineradora de estanho no Pará

Lucas Prado KallasA Search Minerals anunciou hoje (27) que entrou em acordo definitivo de compra de ações com a Brasilis Kaduna Consultoria e Participações e a MS Marpin Consultoria e Participações em relação à aquisição total das cotas emitidas e em circulação da Mineração São Francisco de Assis (MSFA). O negócio vai resultar em um reverse takeover (RTO), um tipo de fusão para se tornar uma empresa de capital aberto.
Segundo os termos do acordo de compra de ações, a Search vai emitir 135 milhões de ações a um preço médio de US$ 0,55 por ação. Depois que o reverse takeover for concluído, a Brasilis e a Marpin vão ser detentoras de 61,3% das ações da Search.
O presidente e CEO da Search, Stephen Keith, disse que o acordo é muito importante para a empresa. “Essa aquisição demonstra que estamos prontos para executar estratégias de transição em mercados financeiros difíceis. É o primeiro passo para a implantação de nosso plano de negócios para nos tornarmos consolidados nos ativos de estanho no Brasil”, afirmou.
O executivo disse que a Search deixa de ser exploradora para se tornar produtora. “A mina de Mocambo, da MSFA, é um ativo produtor de estanho, com muitos alvos de desenvolvimento e exploração, incluindo áreas com mineralização de tungstênio”, comentou Keith.
A reverse takeover trata-se de uma negociação fora das condições normais de mercado, pelo fato de Roberto Giannetti da Fonseca ser diretor da Search e empregado tanto da Brasilis Kaduna, quanto da MSFA. O executivo detém menos de 1% de participação da Kaduna.
Fonseca se absteve de participar da transação, de forma que o acordo definitivo e a reverse takeover foram considerados e aprovados pela diretoria da Search. Em 14 de março, deve ser realizada uma reunião entre os acionistas da Search para aprovar o negócio.
A MSFA controla e opera a mina de Mocambo, que fica a 30 quilômetros da cidade de São Félix do Xingu, no Estado do Pará. A produção do projeto foi retomada no meio de 2012. Até o fim de outubro do ano passado, a produção foi de 441,2 toneladas de SnO2 (cassiterita), com um pico de produção de 40 toneladas de cassiterita por mês, com, aproximadamente, 70% de estanho no concentrado.
Em 20 de agosto do ano passado, a Search assinou declarações de intenções (LoI) não-vinculativas com a Mineração São Francisco de Assis (MSFA) e com a Carlos Mena Resources (CMR). A CMR detém os direitos minerários do projeto Arara, com ocorrência de estanho, nióbio, tântalo e óxido de terras raras.

Notícias de Mineração Brasil

Atlas Copco Brasil lança geradores compactos que reduzem custos de frete

Lucas Prado KallasA Atlas Copco Brasil anunciou o lançamento dos geradores de energia portáteis modelos QAS 360 e QAS 550, que ocupam exatamente metade do espaço de transporte que outros similares, na faixa de potência entre 360 e 550 kVA. Na prática, essa inovação reduz pela metade os custos com o transporte deste tipo de equipamento, já que torna possível transportar dois no espaço até então ocupado apenas por um.
Os geradores de energia portátil Atlas Copco QAS 360 e QAS 550 são equipamentos de grande porte, normalmente destinados a grandes obras. Em geral, empreendimentos assim tendem a se situar em locais mais distantes, onde o custo de frete é algo muito significativo, ao ponto de pagar rapidamente o investimento no equipamento.
Antes deste lançamento, as dimensões dos equipamentos nesta faixa de potência giravam em torno de 8m de largura por 2m de profundidade. Em comparação, o modelo Atlas Copco QAS 550 possui as medidas de 4,8 m X 1,18m e o QAS 360, de 4m X 1,18m.
“Dependendo da distância e da quantidade de geradores, a economia é tanta que sai mais barato se desfazer do equipamento antigo para investir no novo. E ainda vai sobrar dinheiro.”- explica o engenheiro Rodrigo Vidal, gerente de produto da Atlas Copco.
Além das dimensões inovadoras, os modelos Atlas Copco QAS 360 e 550 também reúnem outras características dos geradores de energia portátil da mesma família, como o chassi 100% vedado e o certificado de que não contamina o solo, além de taxas de financiamento facilitadas pelo FINAME e pelo Cartão BNDES.
O lançamento oficial dos novos geradores foi realizado em evento direcionado aos locadores especializados em equipamentos de grande porte, e toda a produção da fábrica da Atlas Copco em Barueri já está compromissada com pedidos.
“Temos orgulho deste projeto por representar uma inovação não apenas no Brasil, mas também em nível mundial. Tudo foi totalmente desenvolvido no Brasil, baseado em solicitações de nossos clientes, o que levou nosso relacionamento com eles a outro patamar. É a diferença entre apenas querer vender um produto e realmente querer deixar seu cliente totalmente satisfeito, a ponto de mudar seu produto para melhor atendê-lo.” – completa Fernando Groba, Business Line Manager da Atlas Copco – Energia Portátil.

Brasil Engenharia

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Mercados em baixa e o ouro na mesma

Os preços do ouro ter ficado em sua maioria , mesmo nas últimas 24 horas a $ 1,262.50 por onça. Prata está fazendo tão bem , depois de ter caído 1,35% para 19,85 dólares por onça.
O índice composto S & P / TSX caiu 1,62 %, para 13,711.99 eo S & P TSX Venture está fora de 1,96% para 964,16 a partir de meio-dia EST.
Europa e Ásia estão tendo um tempo muito difícil .
O FTSE 100 caiu -1,62 %, para 6,663.74 eo índice Hang Seng caiu 1,25 %, para 283,84 .
Houve menos danos no Australian Stock Exchange. O S & P / ASX 200 caiu apenas -0,42 % para 5,240.90 .
Algumas preocupações subjacentes que levaram os mercados a cair são China e do cone. Número de fabricação de ontem da China mostrou uma contração surpreendente, e com as Reservas Federais anunciada marcha para a normalidade , os mercados estrangeiros vai ver as taxas de juros sobem , o que irá torná-los menos competitivos como os seus custos de importação sobem.
Decliners Notáveis ​​foram Hudbay Minerais (TSE: HBM ) , o que era para baixo 5,59% para 8,78 dólares . A empresa lançar alguns ganhos recentes.
Portal Lucas Prado Kallas

Empresas recrutam pós-doutores para inovar

Lucas Prado KallasContratação de pesquisadores com esse nível de especialização é recente
Assim que concluiu o mais alto nível de especialização em uma universidade da Espanha, a pós-doutora em biologia molecular Ana Azambuja, 32, fez o caminho inverso de grande parte de seus colegas: em vez do mundo acadêmico, ela escolheu um trabalho na indústria.
"Eu tinha uma agonia em ver anos de pesquisa na universidade não sendo aplicados. Na indústria, o processo é mais rápido e palpável."
A pesquisadora trabalha no centro de pesquisas da Natura, na Grande São Paulo. Ela desenvolve estudos para retardar o envelhecimento da pele, a maior demanda da companhia.
A partir de março, ela vai integrar uma pesquisa que vai consumir R$ 20 milhões pelos próximos dez anos para investigar todos os fatores que levam o ser humano à sensação de bem-estar.
Azambuja faz parte de um seleto grupo de pesquisadores que desenvolve inovação na iniciativa privada.
Segundo a mais recente pesquisa de Inovação Tecnológica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a falta de mão de obra qualificada é o segundo maior obstáculo à inovação na indústria brasileira. O primeiro é o custo elevado.
O presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Mariano Laplane, explica que a presença de "pós-docs" nas grandes corporações é um fenômeno novo.
"Esse processo ainda está emergindo no Brasil. A maior parte das pesquisas ainda é feita nas universidades, até pela quantidade de doutores que o país dispõe."
Em Belém do Pará, outro pós-doutor mantém em paralelo as atividades acadêmicas com a pesquisa no mercado.
Cleidison de Souza, 39, trabalha no instituto de tecnologia da Vale.
Especialista da área de computação, ele desenvolve um software para reduzir os índices de acidentes de trabalho nos trilhos entre Carajás (PA) e São Luís (MA), trecho utilizado pela companhia para o transporte de minério de ferro.
Ele diz que a "fuga" de pós-doutores rumo ao mercado ocorre pela remuneração.
"O salário do professor universitário não é adequado dado o papel desse profissional. Isso influencia a ida dele para a indústria."
O pós-doutorado não é um título acadêmico, mas a parte prática da pesquisa.
Em geral, tem um ano de duração. Ainda não se sabe a quantidade certa de pós-doutores que circula pelo país.
Só a Capes (autarquia do governo responsável pela pós-graduação) forneceu em 2013, mais de 6,1 mil benefícios para o pós-doutorado.
A Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) também é outra entidade que apoia a formação de "pós-docs".
Em seis anos, a fundação concedeu mais de 8.000 bolsas.

Folha de S. Paulo

Rejeito de minério em blocos ganha projeção industrial em Nova Lima

Lucas Prado KallasOs rejeitos sedimentados da mineração estão sendo transformados em matéria-prima para pisos pavimentados e abrindo caminho para um novo negócio em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Além do reaproveitamento industrial, o processo contribui para o desassoreamento de cursos d’água e barragens.
A ideia é antiga, começou a ser maturada no final da década de 60 após o rompimento de uma barragem no distrito de São Sebastião das Águas Claras, conhecido como Macacos. Mas só agora está tomando forma e projeção industrial.
 “Começamos com um equipamento emprestado, depois compramos o nosso, mas os dois tinham um desgaste prematuro que culminava em paradas técnicas. Agora, estamos concluindo a construção de uma nova máquina, que deverá ficar pronta em duas ou três semanas”, afirma Flávio Mourão, proprietário da empresa Bacia Viva, responsável pelo trabalho.
O produto
 As primeiras experiências foram feitas em 2002, com a produção-teste do PaviEco, como foi batizado, um pavimento ecológico intertravado resistente.
“Primeiro, precisávamos mostrar que o material era de boa qualidade e que seria bem aceito pelo mercado. Hoje, já sabemos que os rejeitos também podem ser empregados em toda a linha da construção civil: manilhas, postes, dormentes para trens e bocas de lobo, por exemplo”, diz Mourão.
 Os próximos passos, de acordo com o empresário, são o alinhamento de parcerias com a Prefeitura de Nova Lima e mineradoras que atuam na região, além do Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), para que a produção atinja larga escala, o que vai possibilitar a redução dos custos.
 “Atendemos um supermercado do bairro Jardim Canadá e calçamos uma rua da cidade. No primeiro caso, tive 50% de perda de material, por causa dos equipamentos antigos. Mas esse gargalo acabou”, afirma Mourão.
 Segundo ele, demanda é o que não falta para o negócio engrenar. A Bacia Viva já conta com uma lista de espera de clientes interessados na “família” PaviEco. “Vários produtos vão sair dessa produção”, adianta o empresário.

Hoje em Dia

Planta de ferroligas de Corumbá será reativada no primeiro semestre

Lucas Prado KallasA Granha Ligas, empresa produtora de ferroligas, com sede em Minas Gerais, reativará, no primeiro semestre de 2014, a usina de ferroligas em Corumbá. A planta está parada desde 2009. A Granha adquiriu a usina e, segundo informações do Governo do Mato Grosso do Sul, o empreendimento deverá começar operar em até três meses. O empreendimento vai aumentar o consumo de manganês e minério de ferro na região.
Na primeira etapa da operação, apenas dois dos três fornos existentes serão ativados. A expectativa é de que 100 novas vagas de trabalho sejam criadas na cidade.
“Vamos produzir ferroligas à base de manganês”, informou Manuel Ignácio Martinez, sócio-proprietário da Granha Ligas, ao se reunir com o prefeito Paulo Duarte na quinta-feira (23). O diretor de operações de ferrosos do Centro-Oeste da Mineradora Vale, Alexandre Campanha, também participou do encontro.
“Um empreendimento deste porte é muito importante para o município, pois gera centenas de empregos diretos e indiretos e movimenta toda a economia local”, disse Duarte em comunicado emitido pela Prefeitura Municipal de Corumbá.
“Essa é uma notícia muito boa para a cidade. Trabalhamos para criar um ambiente favorável para que novos empreendimentos se instalem aqui, sempre respeitando todas as questões ambientais relacionadas a nossa maior riqueza, que é o Pantanal”, afirmou o prefeito.
A Granha Ligas tem unidades em Conselheiro Lafaiete e São João Del Rei. Seus principais produtos são o ferro silício manganês (FeSiMn com teor de 12 a 16% de Si) e ferro manganês alto carbono (FeMnAC), fabricados a partir de minérios de manganês, fundentes e redutores.
Os minérios são quase que em sua totalidade de minas pertencentes ao grupo, localizadas em Minas Gerais e na Bahia. É uma empresa certificada pela ISO 9001:2000 desde 2006, mantendo-se merecedora desse certificado durante todas as auditorias de manutenção pelas quais passou.
O grupo é o terceiro maior do país no segmento. Da sua produção, 80% são destinados ao mercado interno, onde seus principais clientes são os maiores produtores de aço do Brasil, e 20% para exportação, tendo como principais mercados a América do Sul e a Europa.

Notícias de Mineração Brasil

Porto do Mangue ganhará terminal graneleiro para escoamento de minério

Lucas Prado KallasLucas Prado KallasA possibilidade de o município de Porto do Mangue contar com um terminal graneleiro num curto espaço de tempo deixou eufórica a população local. Um dos entusiastas do projeto, o prefeito Francisco Gomes Batista, “Titico” (PMDB), já firmou parceria da prefeitura com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), no sentido de viabilizar a execução da obra.
O Termo de Cooperação Técnica foi assinado ainda no dia 19 de dezembro de 2013, com vigência retroativa a 3 de junho de 2013 e com prazo final marcado para 31 de dezembro de 2014, que ainda pode ser estendido.
O projeto do novo porto potiguar já está com a Sedec e deverá ser apresentado para a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) até o fim deste mês. No documento constam todos os estudos sobre a construção do terminal no município de Porto do Mangue.
De acordo com o projeto entregue à Sedec, o novo porto é pensado para ser da categoria dos graneleiros, destinado para escoamento da produção de minério que atualmente sai do Seridó potiguar para os portos de Pecém, em Fortaleza (CE), e Suape, em Recife (PE).
A construção apresenta-se como a alternativa para o Porto de Natal, que por conta de sua estrutura e localização vem perdendo as exportações “pesadas” para outros estados. O novo terminal deixaria o porto da capital com a responsabilidade de funcionar apenas como terminal de passageiros e de cargas rápidas, como as frutas produzidas na região Oeste potiguar.
O estudo foi feito pelo grupo paulista Engevix. A empresa, por meio da Infravix Empreendimentos S/A, divide com a Corporación América S/A, da Argentina, a formação do consórcio Inframérica Aeroportos, que está construindo o Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante.
O novo terminal a ser instalado em Porto do Mangue já era pensado desde meados de 2005, quando o governo tentou criar condições para investir na instalação de um terminal oceânico, nos moldes do Porto-Ilha de Areia Branca, para exportação de calcário e ferro.
A intenção da atual administração, de acordo com o secretário Sílvio Torquato, titular da Sedec, é lançar o edital para uma parceria público-privada (PPP) ainda neste ano. “Vamos aproveitar o know-how das PPP’s feitas para construir a Arena das Dunas e o aeroporto internacional. Queremos levar a experiência para a construção do modelo para o porto”, afirmou Sílvio.

O Mossoroense

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Projeto de minério de ferro da Zamin no Uruguai vai adiante

Lucas Prado KallasO presidente uruguaio Jose Mujica disse, nesta quinta-feira (23), que o projeto de minério de ferro Valentines, da Zamin Ferrous, vai adiante. Um impasse relacionado à aprovação de operações de mineração em grande escala, no Uruguai, fez com que o projeto ficasse parado desde agosto de 2013. Um contrato de investimento entre o governo e a Zamin vai ser assinado em fevereiro para oficializar a continuidade.
O projeto, avaliado em US$ 3 bilhões, vai ser operado pela Minera Aratirí, subsidiária uruguaia da Zamin. A empreendimento tem capacidade projetada de 18 milhões de toneladas por ano.
A respeito da polêmica criada pela população local sobre os danos ambientais que o projeto pode causar, Mujica disse que a extração de minério de ferro não exige o uso de substâncias químicas nocivas. O presidente acrescentou que, se o Uruguai não abrir as portas para empreendimentos desse porte, nunca vai aprender sobre mineração.
Alguns grupos de oposição ao projeto afirmam que a lei que permitiu a mineração em grande escala na América do Sul foi feita especificamente para permitir que o projeto Valentines fosse adiante.
O projeto da Zamin possui três fases de desenvolvimento, que incluem a construção de polpa e tubulações que vão conectar a mina ao porto de águas profundas que vai ser construído na costa do Oceano Atlântico, no Uruguai. Segundo o presidente, esse porto vai fazer com que a economia do país cresça consideravelmente.
Hoje, o Uruguai depende de Argentina e Brasil para a maior parte de suas exportações. Entretanto, no início deste mês, Mujica disse que o Brasil vai financiar 80% do projeto de US$ 500 milhões do porto de águas profundas e ajudar o Uruguai a ter seu próprio terminal.
O projeto Valentines tem recursos medidos, indicados e inferidos provados de 2,5 bilhões de toneladas, com mais de 260 mil metros de sondagem concluídos. O produto é um concentrado de magnetita premium com mais de 68% de ferro, menos de 2% de sílica e alumina e baixos níveis de outros contaminantes. A expectativa é que o projeto gere, por ano, US$ 1,4 bilhões em exportações, durante os 20 anos de vida útil da mina.
No Brasil, a Zamin tem as operações de Zamapa, no Amapá, de Susa, no Rio Grande do Norte, e Greystone, na Bahia.

Notícias de Mineração Brasil

Mineradora inglesa apresenta projeto de níquel ao Governo do Pará

Lucas Prado KallasAs recentes descobertas de áreas ricas em níquel, minério de ferro e cobre, para exploração em território paraense, vêm despertando a atenção de investidores interessados no potencial do setor mineral do Estado. O níquel, especificamente, tem demanda global de crescimento projetada para 5,2% ao ano, entre 2014 e 2018, segundo especialistas.
Com esses dados em mãos, os executivos Antônio Almeida, gerente geral no Brasil; Steven Heim, gerente de projetos no Brasil; e Antônio da Silva, da área de Geração de Novos Projetos da mineradora inglesa Horizonte Minerals, foram recebidos, nesta quarta-feira (22), pelo titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração do Pará (Seicom), David Leal, para apresentar o projeto "Araguaia" de Níquel Laterítico, localizado na região de Conceição do Araguaia e que tem um estudo de pré-viabilidade em andamento.
O estado do Pará foi o escolhido pela empresa devido ao seu expressivo crescimento econômico nos últimos dez anos, além dos projetos de construção de novos portos, estradas de ferro, refinarias e minas. A mina de níquel está localizada a 25 quilômetros da estrada que liga Conceição do Araguaia a Redenção, tem potencial de 102 milhões de toneladas e estimativa de vida útil de 25 anos, segundo relatório técnico do projeto. A extração do minério deve começar em 2017, cerca de dois anos e meio após o fim dos estudos.
Quanto ao poderio de alcance nacional, o Brasil, com a entrada em produção de mais de 85 mil toneladas de níquel, em 2012, tornou-se um dos dez maiores produtores internacionais de metais de base e a expectativa é de que a produção do minério cresça 40% em 2016, ainda segundo números mostrados pelos executivos. "Nosso objetivo é agregar valor à produção e ajudar a desenvolver o Pará e o Brasil, por meio de um projeto sério e que traga benefícios a todos", informa o gerente-geral da Horizonte Minerals no Brasil, Antônio Almeida.
"O projeto da Horizonte Minerals tem total apoio do Governo do Pará. Vamos empenhar todos os nossos esforços para viabilizar os trabalhos, fortalecer a cadeia produtiva e gerar mais emprego e renda no estado", complementou o titular da Seicom, David Leal.

Governo do Estado de Pará

ABDI disponibiliza normas técnicas em seu site

Lucas Prado Kallas
Já está disponível no site da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) o acesso gratuito a 48 Normas Técnicas (NT) de diferentes setores produtivos, como da construção civil, eletroeletrônicos e bens de capital (máquinas e equipamentos). O endereço web que disponibiliza as Normas é fruto de um contrato da ABDI junto à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que tem duração inicial de um ano e envolveu um investimento de R$ 360 mil. O conteúdo pode ser acessado por qualquer pessoa, física ou jurídica, com direito a até duas impressões. Para ter acesso ao conteúdo basta entrar no endereço http://www.abntcatalogo.com.br/abdi/ e fazer um cadastro.
Dentre os principais benefícios decorrentes das Normas Técnicas pode-se destacar a possibilidade de comparação entre produtos, processos ou serviços; melhorias em qualidade, segurança, quantidade e regularidade de produção; redução de desperdícios; aumento da produtividade e a construção de bases claras para a concorrência.
O acervo disponibilizado no Portal inclui diversas NT que vão desde processos e produtos tradicionais, como segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares; módulos de LED para iluminação em geral (especificações de segurança); ambiente de trabalho; cabos ópticos (resistência à ação de roedores); resíduos de equipamentos eletroeletrônicos; acessórios elétricos (extensões enroláveis sobre carretel para uso doméstico); termos e definições para LEDs e os módulos de LED de iluminação geral; edificações habitacionais; plugues e tomadas para uso doméstico (padronização); manutenção de edificações (requisitos para o sistema de gestão de manutenção); alvenaria estrutural (blocos cerâmicos); instalação predial de água fria; sistemas de iluminação de túneis (requisitos), às recentes normas que tratam de processo e produtos inovadores como coordenação modular para edificações, sistema de classificação da informação da construção (BIM) e as normas de desempenho, dentre outras.
A expectativa da ABDI é de que, ao longo de 2014, ocorra um forte crescimento na demanda de acesso ao sistema, o que vai requerer a ampliação futura do volume de normas (acervo) disponíveis para acesso. “A normalização está diretamente ligada à competitividade das empresas e dos países. A consistência, coerência e alinhamento internacional nos processos normativos são decisivos para a competitividade e, consequentemente, para uma melhor qualidade de vida para a sociedade”, declara a diretora da ABDI, Maria Luisa Campos Machado Leal.
Para o presidente do Conselho Deliberativo da ABNT, Pedro Buzatto Costa, a parceria com a ABDI é de grande importância para a Associação. “Ao disponibilizarmos essas normas técnicas para a sociedade, mostramos os benefícios de sua utilização e ajudamos a promover a atualização tecnológica, aumentando a competitividade e o desenvolvimento da indústria brasileira”, avalia.
Outras ações
Tendo como umas de suas funções estratégicas o apoio à Normalização Técnica, a ABDI busca continuamente alavancar as atividades de normalização como um dos eixos principais da infraestrutura tecnológica necessária para o desenvolvimento do Brasil. Alcançar um melhor patamar de participação ativa nos fóruns internacionais, bem como consolidar e difundir uma cultura de normalização no país, tem sido desafios constantes para os quais a ABDI envida esforços na construção de parcerias e na realização de ações que tragam efetivos resultados.
A Agência apoia diversas entidades representativas do setor produtivo, como a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee/IPDElétron), o Comitê Brasileiro de Eletricidade, Eletrônica, Iluminação e Telecomunicações (Cobei), a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq/IPDmaq) e outras, além da própria ABNT em ações para promoção da normalização, que vão desde a participação de especialistas em fóruns internacionais e a elaboração de textos bases para normas, guias e manuais até o apoio de eventos para difusão das normas técnicas, como o Exponormas.
“Há uma clara percepção da ABDI de que um novo desafio precisava ser superado, o de acesso das empresas e/ou dos profissionais setoriais às normas técnicas, especialmente aquelas que tratam de temas inovadores, como a Coordenação Modular Decimal, o BIM e as recentes Normas de Desempenho do Setor da Construção Civil, além de outros setores estratégicos como o eletroeletrônico, o de tecnologias da informações e comunicação e o de bens de capital”, afirma o especialista da ABDI Claudionel Leite.

Inthemine


Mineradoras tem até março para entregar RAL 2014

Lucas Prado KallasO Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) abriu, no dia 15 de janeiro, o período de recebimento do Relatório Anual de Lavra (RAL) exercício 2014 - ano base 2013. As mineradoras têm até o dia 15 ou 31 de março para entregar o documento.
Sede do DNPM em Brasília
De acordo com a legislação, o prazo de entrega do RAL 2014 - ano base 2013 termina em 15 de março para manifesto de mina, decreto de lavra, portaria de lavra, grupamento mineiro, consórcio de mineração, registro de licença com plano de aproveitamento econômico aprovado pelo DNPM, permissão de lavra garimpeira, registro de extração e áreas tituladas com guia de utilização; e até 31 de março para Registros de Licença sem Plano de Lavra.
Para acessar o sistema, o usuário deve estar inscrito no Cadastro de Titulares de Direitos Minerários (CTDM) ou preencher a ficha cadastral no site do DNPM, conforme dispõe a Portaria Nº 270, de 10/07/2008, que instituiu o CTDM. Após concluir o cadastro, o interessado tem que imprimir o formulário e apresentá-lo, no prazo de até 30 dias, no protocolo de qualquer Superintendência ou na sede do DNPM.
De acordo com o DNPM, uma equipe de técnicos ficará à disposição dos usuários, na sede da Autarquia, em Brasília, e nas Superintendências, para tirar dúvidas sobre o preenchimento do RAL.
"O RAL não deve ser visto e limitado apenas ao envio de um documento eletrônico para atender a uma exigência legal, mas com o ideário de formar um banco de dados com informações fidedignas, suporte do Anuário Mineral Brasileiro e outras publicações do DNPM de interesse da sociedade, particularmente do setor de mineração. As incorreções ou omissões no seu preenchimento acarretarão graves prejuízos para o minerador, como o desconhecimento das reais possibilidades do seu negócio, bem como para a sociedade, que não receberá informações de excelência, com danos para todos.
Com o intuito de atender as exigências da legislação mineral, as informações do RAL se prestam para atender inúmeras outras demandas, que demonstram para a sociedade se aquela atividade econômica atende ao interesse nacional, se está condizente com o proposto por ocasião da concessão e, ainda, fornecem os argumentos técnicos que alicerçam o arcabouço legal da indústria mineral, válidas para legitimar as políticas públicas para o aproveitamento dos recursos minerais.
O RAL pode ser definido como o instrumento mais importante para o minerador declarar sua contribuição para riqueza nacional e ser reconhecido pelo mérito da sua atividade para o País. Diante dessa premissa, o declarante é o primeiro a considerar o conceito que tem da atividade na hora de garantir as informações constantes do Relatório Anual de Lavra."
Mais informações podem ser encontradas no portal do RAL.

Notícias de Mineração Brasil

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Marco da mineração gera questões ao permitir desapropriação

Lucas Prado KallasRecentemente foi apresentado parecer substitutivo ao Projeto de Lei n° 37 de 2011, propondo um novo marco para o setor mineral, contemplando uma série de alterações relativamente ao Projeto de Lei 5.807/2013. Uma novidade chama atenção pelas vantagens e facilidades que pode trazer aos empreendedores da mineração: a possibilidade da declaração de utilidade pública das áreas de interesse para mineração, tornando possível sua desapropriação pela Agência Nacional de Mineração (ANM) ou pelo próprio concessionário ou autorizatário, desde que autorizados pela ANM.
Um dos problemas enfrentados pelos empreendedores na implantação das atividades de exploração mineral é a dificuldade de acesso às áreas de exploração quando os proprietários dos imóveis se recusam a firmar acordos ou quando formulam exigências dissociadas da realidade.
Diante desse desafio, o atual Código Minerário (Decreto-Lei 227/1967) coloca à disposição dos empreendedores o instituto da Servidão de Mina, cujo objetivo é a viabilização dos empreendimentos minerários no país, autorizando o titular de um direito minerário a utilizar, de forma exclusiva e temporária, a parcela do imóvel afetada para a pesquisa mineral, ou para a exploração e aproveitamento da jazida mineral ali localizada, com o fim específico de atendimento ao extenso rol de finalidades previstas no artigo 59 do Decreto-Lei 227/1967, voltadas à viabilização da implantação do empreendimento minerário.
A solução trazida no substitutivo se aproxima da servidão minerária, que é instituto de uso corrente na dinâmica da exploração mineral, uma vez que assegura o acesso às áreas necessárias para as atividades, mediante o pagamento, pelo empreendedor, da indenização devida.
Da mesma forma, a desapropriação a que se refere o artigo 44 do substitutivo assegura o acesso às áreas pretendidas para o desenvolvimento das atividades de exploração mineral. O destaque, nesse ponto, e que dá uma nota de peculiaridade para esta modalidade de desapropriação sui generis, reside no fato de que a indenização pelo bem desapropriado será paga pelo empreendedor, não pelo Poder Público, como classicamente se estabelece no instituto da desapropriação.
Há, contudo, diferenças fundamentais, marcadas pela própria conformação do instituto previsto no substitutivo. Segundo o artigo 43 do novo texto, para “os casos em que as propriedades estejam localizadas, total ou parcialmente, dentro da área objeto do direito minerário, fica presumida a sua utilidade para a atividade de mineração”. Por sua vez, o artigo 44 estabelece que, a pedido do autorizatário ou do concessionário, a ANM poderá desapropriar integralmente o imóvel ou apenas parte dele.
Vantagens enterradas
É possível argumentar que o interesse público fundamental será caracterizado pela “utilidade para a atividade de mineração”, em linha com o interesse nacional da atividade minerária, conforme preconiza o artigo 176 da Constituição Federal. Assim, estará configurado o elemento fundamental para a desapropriação dos imóveis que interessem à instalação de atividades minerárias.
Entretanto, diversas questões geram alguma perplexidade, como a imposição de a ANM promover a desapropriação ou autorizar ao concessionário ou autorizatário do direito minerário que a faça. Se considerarmos a morosidade que marca os movimentos da máquina pública, o instrumento, que poderia constituir um alento no que concerne ao cumprimento de cronogramas de implantação de empreendimentos de vulto, pode acabar imerso em uma espiral protelatória, jogando por terra as vantagens estratégicas que poderia representar.
Outro ponto a se considerar se refere à indenização, que nos termos da Constituição Federal, em se tratando de desapropriação para o atendimento de interesses públicos, deverá ser justa, prévia e em dinheiro (Art. 5º, XXIV, CF/1988). A regra do §2°, do artigo 44 do substitutivo prevê que o autorizatário ou concessionário arcará com todos os custos da desapropriação, incluindo-se a indenização, justa, prévia e em dinheiro, que deverá ser paga ao proprietário ou ao possuidor que detenha um justo título (título que, a priori, permitiria a aquisição da propriedade, mas que, por circunstâncias alheias ao seu detentor, não tem validade para tanto). A grande questão reside naquelas hipóteses em que a ANM promoverá, por si, a desapropriação.
Indaga-se: se o empreendedor arcará com os custos da desapropriação e mesmo com a indenização a ser paga, não seria razoável que participasse do processo de construção e composição do valor da indenização? A resposta equilibrada para este caso nos parece “sim”. Ocorre que o regramento específico da desapropriação não traz tal possibilidade, não havendo qualquer disposição no texto do Decreto-Lei n° 3.365/41 neste sentido.
Há, no entanto, uma porta de saída interpretativa. Considerando-se o disposto no artigo 42 do Decreto-Lei 3.365/41, o Código de Processo Civil terá aplicação subsidiária nos casos de omissão do Decreto-Lei, e, sendo assim, seria possível, em tese, defender a atuação do particular como assistente litisconsorcial, haja vista o seu interesse no resultado positivo da ação.
É provável que tenhamos inúmeras querelas jurídico-doutrinárias e jurisprudenciais a defender que, no caso da desapropriação, seria impossível a assistência pelo particular, na medida em que os interesses da ANM (públicos) e do particular (privados) seriam antagônicos. O ideal, no entanto, e isso nos parece consequência lógica, seria a participação do concessionário ou autorizatário na desapropriação, mormente pelo fato de ser o responsável pelo desembolso da indenização.
Por Giovanni Peluci e Alexandre Sion

Largo recebe concessão de lavra para Vanádio de Maracás

Lucas Prado KallasA canadense Largo Resources recebeu, do ministério de Minas e Energia, a concessão de lavra para o projeto Vanádio de Maracás, no município de Maracás, no sudoeste da Bahia. A produção deverá começar em março deste ano. A informação foi publicada no Diário Oficial da União no dia 16 de janeiro e se refere ao processo 870.135/1982.
A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral tem 4,5% da empresa Vanádio de Maracás, que é controlada pela Largo. A Vanádio de Maracás tem mais sete direitos na região em fase de exploração e um no qual solicita concessão de lavra. A Largo possui 21 direitos minerários na área.
A outorga concedida pelo MME está condicionada ao cumprimento da produção anual de 960 mil toneladas de ROM e 9,5 mil toneladas de pentóxido de vanádio (V2O5) até o quinto ano de produção da empresa.
A partir do sexto ano, a produção deverá ser de 5 mil toneladas de vanádio (V) contido em liga de Fe-V, relativa à Reserva Medida de 11,628 milhões de toneladas de minério de vanádio, com teor de 1,32% de V2O5, referentes ao Plano de Aproveitamento Econômico da Jazida, aprovado pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
O projeto tem previsão de produção média de 11,4 mil toneladas de óxido de vanádio equivalente por ano, com a produção inicial em 5,1 mil toneladas em 2014.
Os trabalhos deverão ter início dentro de seis meses sob pena de caracterização de abandono formal da jazida. Depois de iniciada a operação, os trabalhos também não poderão ser interrompidos por mais de seis meses.
O diretor-executivo do grupo no Brasil, Kurt Menchem. Disse que a empresa planeja a ampliação dos investimentos em Maracás. “Novos investimentos estão projetados para o ano que vem, com o aumento da produção de pentóxido de vanádio para 7,5 mil toneladas por ano ano. Em 2016, devemos processar também o ferroliga de vanádio”, disse. A mina tem vida útil prevista de 29 anos.
A Largo possui acordo com a Glencore International para a venda de 100% do vanádio produzido em Maracás, por seis anos.
“São projetos que resultam da aposta correta que o Governo da Bahia fez na mineração. Além da outorga da lavra para o vanádio, em Maracás, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, assinou as autorizações das outorgas definitivas para o ouro da Yamana Gold, em Santa Luz, e do ferro da Bamin [Bahia Mineração], em Pindaí e Caetité. Com a conclusão das obras da Ferrovia Oeste-Leste, prevista para 2016, outros empreendimentos irão surgir”, disse o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, segundo comunicado emitido pela Secretaria de Comunicação Social do Estado.
A Largo Resources é uma empresa de desenvolvimento de pesquisa e exploração mineral com enfoque em metais estratégicos. Além do projeto de vanádio, no Brasil a empresa tem 100% de participação do projeto de titânio e ferro vanádio em Campo Alegre de Lourdes, também na Bahia, e do projeto de tungstênio Currais Novos, no Rio Grande do Norte.

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